O livro questiona, tanto do ponto de vista teórico quanto empírico, o senso comum de que o excesso de partidos compromete a seriedade de nosso sistema partidário. Ao longo de 190 páginas o autor analisa o sistema político brasileiro, a partir da constituição de 1988, com foco nos resultados eleitorais dos pequenos partidos, também identificados pela imprensa, genericamente e com sentido negativo, como “partidos de aluguel”. Wanderley Guilherme argumenta que é um equívoco delegar a eles a responsabilidade pela falta de credibilidade do sistema eleitoral.