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A gênese da vertigem

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Referência: 9788527309318 Antonio Araujo
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Descrição do produto

A arte, pelo menos aquela que deixa um legado, tem seus fundamentos na linguagem, na comunicabilidade, na pertinência e na permanência, o que não quer dizer que, ao aparecer, obras relevantes sejam imediatamente reconhecidas. Muitas vezes são ignoradas ou desprezadas, e outras, polemizadas ou contestadas. De fato, contemporaneamente, constatar ou atribuir valor a uma obra tornou-se tarefa das mais espinhosas e difíceis, seja pela multiplicação de técnicas e modos de apresentação, seja pela complexidade da discussão, em termos acadêmicos, ou ainda pela intensa especulação de um mercado que parece agir e reagir aleatoriamente. A cena teatral brasileira, entretanto, tem demonstrado sua vitalidade e seu frescor, distinguindo-se particularmente no ambiente artístico nacional. O Teatro da Vertigem, nesse contexto, tornou-se uma marca indiscutível desse vigor. Ao recusar uma liderança carismática e personalista e ao assumir o processo de criação como uma construção árdua e coletiva, de um lado, e ao incorporar o ambiente urbano, fazendo de edifícios e paisagens icônicas da cidade palco de seus espetáculos, de outro, o Teatro da Vertigem, agora comemorando vinte anos de estrada, renovou radicalmente a linguagem da arte, para além dos tablados e das fronteiras nacionais. Em A Gênese da Vertigem, que a editora Perspectiva publica em sua coleção Estudos, Antonio Araújo, diretor artístico e um dos idealizadores da companhia, relata o processo de criação de O Paraíso Perdido, espetáculo inaugural do repertório do grupo e encenado pela primeira vez em 1992, na igreja de Santa Ifigênia, em São Paulo, descortinando ao leitor de língua portuguesa o fascinante making of deste que hoje se reconhece ser um marco da cena contemporânea brasileira.
Product Specifications
Especificações
Tipo de Capa
Livro brochura (paperback)
Ano de Publicação
2020
Idioma
Português
Edição
1ª Edição
Autor
Antonio Araujo
ISBN
9788527309318
Editora
Perspectiva
Formato
12,5 X 22,5 cm
Páginas
272
Espessura
1.4 cm
Assunto
Teatro
Sinopse
A arte, pelo menos aquela que deixa um legado, tem seus fundamentos na linguagem, na comunicabilidade, na pertinência e na permanência, o que não quer dizer que, ao aparecer, obras relevantes sejam imediatamente reconhecidas. Muitas vezes são ignoradas ou desprezadas, e outras, polemizadas ou contestadas. De fato, contemporaneamente, constatar ou atribuir valor a uma obra tornou-se tarefa das mais espinhosas e difíceis, seja pela multiplicação de técnicas e modos de apresentação, seja pela complexidade da discussão, em termos acadêmicos, ou ainda pela intensa especulação de um mercado que parece agir e reagir aleatoriamente. A cena teatral brasileira, entretanto, tem demonstrado sua vitalidade e seu frescor, distinguindo-se particularmente no ambiente artístico nacional. O Teatro da Vertigem, nesse contexto, tornou-se uma marca indiscutível desse vigor. Ao recusar uma liderança carismática e personalista e ao assumir o processo de criação como uma construção árdua e coletiva, de um lado, e ao incorporar o ambiente urbano, fazendo de edifícios e paisagens icônicas da cidade palco de seus espetáculos, de outro, o Teatro da Vertigem, agora comemorando vinte anos de estrada, renovou radicalmente a linguagem da arte, para além dos tablados e das fronteiras nacionais. Em A Gênese da Vertigem, que a editora Perspectiva publica em sua coleção Estudos, Antonio Araújo, diretor artístico e um dos idealizadores da companhia, relata o processo de criação de O Paraíso Perdido, espetáculo inaugural do repertório do grupo e encenado pela primeira vez em 1992, na igreja de Santa Ifigênia, em São Paulo, descortinando ao leitor de língua portuguesa o fascinante making of deste que hoje se reconhece ser um marco da cena contemporânea brasileira.
Ano de Edição
2020
Encadernação
Livro brochura (paperback)
Título
A gênese da vertigem