EsportesA produção do clube: poder, negócio e comunidade no futebol

A produção do clube: poder, negócio e comunidade no futebol

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Referência: 9786581315658 Irlan Simões
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Descrição do produto

Irlan percorre obstinadamente uma hipótese, a de que o diferencial financeiro das formas de empresariamento, que suportam o futebol contemporâneo de espetáculo se dissolvem em espaços curtos de tempo, acarretando nos mesmos problemas apresentados pelas tradicionais associações voluntárias clubísticas sem fins lucrativos. A pergunta insistente é: esse debacle dos modelos de gerenciamento empresarial dos clubes não seria o coração que pulsa de um capitalismo maliciosamente provisório? “Fracassar” ininterruptamente não diz respeito à própria dinâmica e “evolução” desse tipo de capitalismo excludente? O processo teleológico que Irlan sugere como sendo necessariamente conflitual desvela modelos que se autofagocitam o tempo todo. Cada tentativa fracassada torna-se aprendizado para a seguinte, frustrando as expectativas e emoções por um futebol mais democrático. Quando até a FIFA reconhece que o futebol não pode ser gerenciado apenas pela régua do tecnicismo jurídico e mercadológico, apanágio das ditas SAFs, é porque desconfia que seu “produto” seja mais do que um bem tangível. Mas se a perspectiva dos torcedores é um bem inalienável e intangível, os perigos que acossam esse futebol podem torná-lo um bem inatingível, sobretudo àqueles que dele se alimentam sorvendo paixões e utopias clubísticas mais solidárias. Luiz Henrique de Toledo
Product Specifications
Especificações
Tipo de Capa
Brochura
Ano de Publicação
2023
Idioma
Português
Edição
1
Autor
Irlan Simões
ISBN
9786581315658
Editora
Mórula Editorial
Formato
14 X 21 cm
Páginas
544
Espessura
3
Assunto
Esportes
Sinopse
Irlan percorre obstinadamente uma hipótese, a de que o diferencial financeiro das formas de empresariamento, que suportam o futebol contemporâneo de espetáculo se dissolvem em espaços curtos de tempo, acarretando nos mesmos problemas apresentados pelas tradicionais associações voluntárias clubísticas sem fins lucrativos. A pergunta insistente é: esse debacle dos modelos de gerenciamento empresarial dos clubes não seria o coração que pulsa de um capitalismo maliciosamente provisório? “Fracassar” ininterruptamente não diz respeito à própria dinâmica e “evolução” desse tipo de capitalismo excludente? O processo teleológico que Irlan sugere como sendo necessariamente conflitual desvela modelos que se autofagocitam o tempo todo. Cada tentativa fracassada torna-se aprendizado para a seguinte, frustrando as expectativas e emoções por um futebol mais democrático. Quando até a FIFA reconhece que o futebol não pode ser gerenciado apenas pela régua do tecnicismo jurídico e mercadológico, apanágio das ditas SAFs, é porque desconfia que seu “produto” seja mais do que um bem tangível. Mas se a perspectiva dos torcedores é um bem inalienável e intangível, os perigos que acossam esse futebol podem torná-lo um bem inatingível, sobretudo àqueles que dele se alimentam sorvendo paixões e utopias clubísticas mais solidárias. Luiz Henrique de Toledo
Ano de Edição
2023
Encadernação
Brochura
Título
A produção do clube