Produtor, diretor, ator, tradutor e até mesmo coreógrafo, Cecil Thiré faz de tudo em teatro. No cinema, participou do Cinema Novo à chamada pornochanchada - dirigiu, atuou e fez roteiros. Os críticos de hoje elogiam sua obra esquecida, 'O Diabo Mora no Sangue', e seu episódio de Ibrahim do Subúrbio. Em televisão, começou como galã, passou pelo humorismo, como ator e diretor, fez alguns vilões memoráveis, como Mário Liberato de Roda de Fogo e o assassino Adalberto de A Próxima Vítima.