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Dez dias no manicômio

Referência: 9786586419054 Nellie Bly
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Descrição do produto

Uma garota foi declarada louca e tranca ada no manicômio... e esse era seu plano o tempo todo. A garota era Nellie Bly, destemida repórter que queria investigar como as pacientes eram tratadas e acabou denunciando a tortura e o abandono não só das doentes mentais, como o de muitas mulheres sãs, que a sociedade tachava como “indesejáveis”. Foi a primeira reportagem da jornalista que — quando se dizia que redações “não eram lugar para mulher” — foi aonde quis (deu até a volta ao mundo em 72 dias!), fez história e detonou preconceitos.
Product Specifications
Especificações
Tipo de Capa
Livro brochura (paperback)
Ano de Publicação
2020
Idioma
Português
Edição
1ª Edição
Autor
Nellie Bly
Sobre Autor(a)
Quando tinha 18 anos, Nellie Bly leu no jornal um artigo sobre o “problema” que eram as mulheres que não se casavam nem tinham lhos. Ela respondeu com uma carta tão elegante e mordaz que o editor do jornal logo a contratou. Para não ficar confinada às colunas de moda e “cuidados do lar”, Nellie partiu, aos 21 anos, para Nova York à procura de emprego e foi desafiada por Joseph Pulitzer a investigar, pelo lado de dentro, um asilo mental acusado de maus-tratos às pacientes. “Eu disse que poderia, que iria e o fiz”, foi a resposta. E o fez com coragem e afinco. Hospedou-se em uma pensão, onde fingiu ter um surto, foi detida pela polícia e examinada por um juiz e por médicos. Enganou a todos, foi tachada como louca irremediável e levada ao infame “Asilo de Loucos” da Ilha Blackwell, com a esperança de ser retirada de lá ao m de dez dias. “A gente vê como faz isso mais tarde”, disse o editor, o único que sabia da artimanha. Dentro das grades do manicômio Nellie sofreu na pele, literalmente, os abusos de enfermeiras sádicas e o descaso de médicos incompetentes ou desinteressados, a quem ninguém conseguia provar a própria sanidade, já que qualquer argumento era desqualificado como mera “alucinação”. O que mais chocou Nellie foi encontrar entre as pacientes mulheres inteiramente sãs, tais como ela, mas que não estavam fingindo-se de loucas, nem tinham a expectativa de sair um dia daquele inferno. Eram mulheres pobres, doentes, imigrantes que não fa- lavam inglês ou ainda mulheres “indesejadas” por maridos, patrões ou familiares, convenientemente internadas e esquecidas. O relato dos seus dias no Manicômio causou indignação nos leitores e levou a uma investigação pública. Enfermeiras e médicos complacentes foram demitidos e a cidade investiu para que as pacientes tivessem uma vida minimamente digna. Foi a primeira matéria de Nellie que levou a um avanço concreto nos direitos humanos, e a ela seguiram-se outras reportagens trans- formadoras, incluindo denúncias de corrupção, tráfico de bebês e exploração de mulheres. Mais que uma desbravadora, Nellie Bly ajudou a fazer o mundo um pouco melhor, uma reportagem de cada vez.
ISBN
9786586419054
Editora
Imã Editorial
Formato
13 X 18 cm
Páginas
206
Espessura
1 cm
Assunto
Feminismo
Sinopse
Uma garota foi declarada louca e tranca ada no manicômio... e esse era seu plano o tempo todo. A garota era Nellie Bly, destemida repórter que queria investigar como as pacientes eram tratadas e acabou denunciando a tortura e o abandono não só das doentes mentais, como o de muitas mulheres sãs, que a sociedade tachava como “indesejáveis”. Foi a primeira reportagem da jornalista que — quando se dizia que redações “não eram lugar para mulher” — foi aonde quis (deu até a volta ao mundo em 72 dias!), fez história e detonou preconceitos.
Ano de Edição
2020
Encadernação
Livro brochura (paperback)
Título
Dez dias no manicômio