HistóriaHistória AntigaO Imperialismo na Cultura Clássica

O Imperialismo na Cultura Clássica

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Referência: 9788572837446 Hilton Catanzaro Guimarães
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Descrição do produto

A obra identifica as principais correntes que mostram o imperialismo e suas distintas concepções de Direito Internacional no mundo antigo, recuperando os ensinamentos que as letras clássicas oferecem no campo das relações internacionais e contribuindo para que o precioso legado da antiguidade clássica não pereça.

Destacando o direito do mais forte – considerado a matriz do pensamento imperialista –, o equilíbrio do poder entre as nações, a guerra e suas consequências para as relações internacionais na antiguidade, esta obra demonstra as relações de força entre as potências e o predomínio da concepção econômica sobre a política-jurídica no Estado imperialista.

O capítulo sobre Tucídides atém-se à Guerra do Peloponeso e procura ressaltar o que há de propriamente “clássico” e possui valor perene para a teoria das relações internacionais.

Discorre sobre a causa da guerra, dos princípios do imperialismo, da possibilidade de justiça na guerra à luz do julgamento de Plateia, do equilíbrio de poder, da essência do Estado espartano e da oposição entre terra e mar.

O capítulo sobre Demóstenes ocupa-se da luta entre Atenas e Filipe da Macedônia, que teve desfecho fatal para a liberdade da Hélade.

Os antecedentes e as consequências da batalha de Queroneia para o mundo antigo são objeto de cuidadoso exame. Já no capítulo sobre Isócrates, a distinção entre heleno e persa ganha forte relevo como a primeira manifestação consciente da diferença entre Ocidente e Oriente – de capital importância para a história universal.

Na conclusão, retoma o conceito aristotélico de homem superior para explicar a essência do Estado imperialista.

Product Specifications
Especificações
Tipo de Capa
Livro brochura (paperback)
Ano de Publicação
2011
Idioma
Português
Edição
1ª Edição
Autor
Hilton Catanzaro Guimarães
Sobre Autor(a)
Hilton Catanzaro Guimarães formou-se na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, onde também concluiu o curso de Mestrado e Doutorado em Direito Internacional. Ingressou na carreira diplomática em 1999, serviu nas Embaixadas do Brasil em Moscou e Roma entre 2003 e 2009. Atualmente trabalha no Ministério das Relações Exteriores em Brasília. O interesse do autor pelas letras clássicas remonta ao início da década de noventa, época em que frequentou o curso de extensão em língua grega ministrado pelo professor Henrique Murachko na Faculdade de Letras da Universidade de São Paulo. Tendo dominado os fundamentos da língua grega, tem se dedicado aos estudos clássicos mediante paciente e cuidadosa leitura de autores gregos e latinos em seus idiomas originais. A presente obra é o resultado de praticamente vinte anos de estudo ininterrupto sobre os clássicos antigos. O autor também nutre um forte interesse pela língua russa, cultivado no período em que trabalhou em Moscou.
ISBN
9788572837446
Editora
Edipro
Formato
14 X 21 cm
Páginas
288
Espessura
1.7 cm
Assunto
História Antiga
Sinopse

A obra identifica as principais correntes que mostram o imperialismo e suas distintas concepções de Direito Internacional no mundo antigo, recuperando os ensinamentos que as letras clássicas oferecem no campo das relações internacionais e contribuindo para que o precioso legado da antiguidade clássica não pereça.

Destacando o direito do mais forte – considerado a matriz do pensamento imperialista –, o equilíbrio do poder entre as nações, a guerra e suas consequências para as relações internacionais na antiguidade, esta obra demonstra as relações de força entre as potências e o predomínio da concepção econômica sobre a política-jurídica no Estado imperialista.

O capítulo sobre Tucídides atém-se à Guerra do Peloponeso e procura ressaltar o que há de propriamente “clássico” e possui valor perene para a teoria das relações internacionais.

Discorre sobre a causa da guerra, dos princípios do imperialismo, da possibilidade de justiça na guerra à luz do julgamento de Plateia, do equilíbrio de poder, da essência do Estado espartano e da oposição entre terra e mar.

O capítulo sobre Demóstenes ocupa-se da luta entre Atenas e Filipe da Macedônia, que teve desfecho fatal para a liberdade da Hélade.

Os antecedentes e as consequências da batalha de Queroneia para o mundo antigo são objeto de cuidadoso exame. Já no capítulo sobre Isócrates, a distinção entre heleno e persa ganha forte relevo como a primeira manifestação consciente da diferença entre Ocidente e Oriente – de capital importância para a história universal.

Na conclusão, retoma o conceito aristotélico de homem superior para explicar a essência do Estado imperialista.

Ano de Edição
2011
Encadernação
Livro brochura (paperback)
Título
O Imperialismo na Cultura Clássica