SociologiaPunição e sensibilidade moderna: Dos suplícios ao abolicionismo carcerário

Punição e sensibilidade moderna: Dos suplícios ao abolicionismo carcerário

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Referência: 9788532671219 Luciano Oliveira
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Descrição do produto

As cadeias estão superlotadas no mundo todo, inclusive no Brasil. Apesar disso, a criminalidade violenta é hoje em dia um fenômeno comum no cotidiano das sociedades modernas. O que fazer? Superlotar as cadeias ainda mais? Construir mais prisões? Essas são as respostas dadas pelo senso comum e adotadas pelos governos. Mas a prisão vem sendo denunciada como um fracasso desde a época do seu aparecimento. Por que então persiste como a pena mais aplicada? Este livro propõe uma viagem que começa no século XVIII, quando os castigos corporais eram a forma dominante de pena, e chega até as primeiras décadas do século XXI, quando novos reformadores penais propõem a abolição da prisão (que substituiu os suplícios) como forma de punição dominante.
Product Specifications
Especificações
Tipo de Capa
Livro brochura (paperback)
Ano de Publicação
2025
Idioma
Português
Edição
1ª Edição
Autor
Luciano Oliveira
Sobre Autor(a)
Luciano Oliveira é bacharel em Direito pela Universidade Federal de Sergipe, mestre em Sociologia pela Universidade Federal de Pernambuco e doutor, também em Sociologia, pela École des Hautes Études en Sciences Sociales, Paris. É professor aposentado de Sociologia Jurídica da Faculdade de Direito do Recife e, atualmente, professor de Direito da Universidade Católica de Pernambuco. Publicou Do nunca mais ao eterno retorno, Sua Excelência o Comissário e outros ensaios de sociologia jurídica, 10 Lições sobre Hannah Arendt e Manual de Sociologia Jurídica.
ISBN
9788532671219
Editora
Editora Vozes
Formato
16 X 23 cm
Páginas
136
Espessura
0.6 cm
Assunto
Sociologia
Sinopse
As cadeias estão superlotadas no mundo todo, inclusive no Brasil. Apesar disso, a criminalidade violenta é hoje em dia um fenômeno comum no cotidiano das sociedades modernas. O que fazer? Superlotar as cadeias ainda mais? Construir mais prisões? Essas são as respostas dadas pelo senso comum e adotadas pelos governos. Mas a prisão vem sendo denunciada como um fracasso desde a época do seu aparecimento. Por que então persiste como a pena mais aplicada? Este livro propõe uma viagem que começa no século XVIII, quando os castigos corporais eram a forma dominante de pena, e chega até as primeiras décadas do século XXI, quando novos reformadores penais propõem a abolição da prisão (que substituiu os suplícios) como forma de punição dominante.
Ano de Edição
2025
Encadernação
Livro brochura (paperback)
Degustação
https://api.metabooks.com/api/v1/asset/mmo/file/0ae2f833269a461b83d2302b2bfc40a1?access_token=6d672dd3-9af4-4dc1-8fd1-80026abdaa1a
Título
Punição e sensibilidade moderna: Dos suplícios ao abolicionismo carcerário