Por meio de trabalhos de fotógrafos que exploram as problemáticas do espaço urbano, da memória política, do sonho, do objeto, e de artistas engajados na construção de cenas ficcionais, este livro focaliza um questionamento que acompanha a fotografia desde sempre: como sua dimensão técnica, associada a uma percepção objetiva, pode fazer surgir visões subjetivas? Os diversos artigos tentam fornecer algumas respostas possíveis a essa questão, que envolve as ideias de evidência e ilusão, demonstrando as múltiplas possibilidades que se abrem para a prática fotográfica na contemporaneidade.